xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' novembro 2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Sintomas do Diabetes


Quais são os sintomas do diabetes?

Se a doença estiver no início, o paciente pode não perceber quaisquer sintomas que chamem a sua atenção. De fato, por ser uma doença relativamente assintomática no seu início, estima-se que cerca de 50% dos diabéticos não saibam do diagnóstico. Ou seja: metade dos diabéticos não sabe que tem diabetes! Por isso é importante a avaliação médica e a dosagem da glicemia no sangue em pessoas com alto risco para desenvolver diabetes ou que apresentem quaisquer sintomas compatíveis com diabetes. 

Em pessoas com doença mais avançada ou com glicemia mais alta, alguns sintomas muito sugestivos de diabetes são:

- vontade de urinar a toda hora, com grande quantidade de urina;
- formigas subindo no vaso sanitário, devido à presença de açúcar na urina;
- sede em excesso;
- fome exagerada;
- perda de peso sem motivo aparente, apesar de estar comendo até mais que o normal;
- “borramento” da visão;
- fraqueza intensa, mal-estar, desânimo;
- “formigamentos” nas mãos e nos pés;
- feridas que demoram a cicatrizar ou não cicatrizam.

Que pessoas apresentam risco alto de apresentar diabetes?

Algumas pessoas possuem características que aumentam muito a sua chance de apresentar diabetes. As principais dessas características são as seguintes:

- excesso de peso ou obesidade;
- história familiar de diabetes (ou seja, parentes de primeiro grau – pais, irmãos ou filhos – que também possuem a doença);
- história de ter tido diabetes durante a gravidez (diabetes gestacional);
- história de macrossomia fetal (ou seja, ter dado à luz filhos pesando mais de 4 Kg), ou abortos de repetição;
- história de glicemias alteradas no passado;
- sedentarismo;
- idade acima dos 45 anos;
- pressão alta;
- triglicérides altos ou HDL-colesterol (“bom colesterol”) baixo;
- doença coronariana (infarto do miocárdio, angina);
- uso de medicações que podem aumentar a glicemia.

O que fazer na presença de sintomas sugestivos ou fatores de risco para diabetes?

Essas pessoas devem ser avaliadas por um médico e testadas para a presença de diabetes, através da dosagem da glicose no sangue (glicemia).

Existem 3 formas de avaliar a glicemia de um paciente:

a) Dosagem de glicemia de jejum – é a forma mais simples, prática e barata de diagnosticar o diabetes. Deve ser colhida amostra de sangue pela manhã, após um jejum de 8 a 12 horas.

b) Dosagem de glicemia casual – é a determinação da glicemia em amostra de sangue colhida em qualquer horário do dia, independente da pessoa estar em jejum ou não. Útil em casos de pessoas com sintomas muito evidentes e sugestivos de diabetes.

c) Teste de Sobrecarga de Glicose – indicado em pacientes com glicemia de jejum pouco alterada, ainda não atingindo o nível para diagnóstico de diabetes, ou em pacientes de risco muito elevado para diabetes com glicemia de jejum normal. Colhe-se uma amostra de sangue (geralmente em jejum), então o paciente ingere 75g de glicose dissolvida em água e colhe uma nova glicemia após 2 horas.

Quais os valores normais de glicose no sangue?

Atualmente, consideram-se normais os valores de glicemia:

a) menores que 100 mg/dL em jejum;
b) menores que 140 mg/dL após teste de sobrecarga com glicose.

Cuidado! Muitos laboratórios clínicos no Brasil ainda colocam o limite de 110mg/dL como "Valor normal", ou "Valor de Referência" para a glicemia de jejum. De fato, a glicemia de jejum foi considerada normal até 110mg/dL por muitos anos, mas isso mudou em 2004, quando a Associação Americana de Diabetes, baseada nos resultados de vários pesquisas novas, estabeleceu que o valor da glicemia de jejum não deve passar de 100mg/dL para ser considerada normal. Por isso, hoje em dia se considera normal apenas a glicemia de jejum menor que 100mg/dL.

Quais os valores de glicemia necessários para fazer o diagnóstico de diabetes?

O diabetes mellitus é diagnosticado quando se encontra:

a) glicemia de jejum maior ou igual a 126 mg/dL, em pelo menos 2 medidas em dias diferentes;
b) glicemia casual maior que 200 mg/dL, na presença de sintomas sugestivos de diabetes;
c) glicemia após teste de sobrecarga com glicose 75g maior que 200 mg/dL.
          
Valores intermediários entre o normal e o diabetes fazem o diagnóstico de pré-diabetes, que inclui a tolerância diminuída à glicose (glicemia pós-sobrecarga entre 140 e 200 mg/dL) e a glicemia de jejum alterada (glicemias de jejum repetidamente maiores que 100 e menores que 126 mg/dL). 

Outros testes, como a glicemia capilar (medida em sangue da ponta do dedo, através de aparelhos chamados glicosímetros) e a detecção de glicose na urina (chamada glicosúria) em geral não servem para diagnóstico de diabetes, e devem ser preferencialmente confirmados pela dosagem de glicemia no sangue (glicemia).

Se algumas pessoas têm diabetes mas não sentem nada, então porque precisam de tratamento?

Todos os tipos de diabetes podem produzir complicações sérias com o passar do tempo, incluindo: cegueira, doenças do coração (infarto), obstrução (entupimento) dos vasos sangüíneos (principalmente nas pernas e pés) e perda de função dos rins. Algumas vezes, o comprometimento da circulação sangüínea chega a ser tão grave que exige a amputação de membros. Além disso, o paciente com diabetes do tipo 1 pode passar por situações graves, em que níveis muito altos ou muito baixos de glicemia podem ameaçar a sua vida.

Por isso, todos os indivíduos portadores de diabetes devem fazer um cuidadoso acompanhamento médico e participar ativamente do seu tratamento, com o objetivo de manter sua glicemia a mais próxima do normal possível, pois assim se evitam muitas das complicações da doença. Existem endocrinologistas especializados no tratamento de diabetes, que podem avaliar e tratar pessoas diabéticas da melhor forma possível. Em muitos casos, o paciente diabético também vai precisar da ajuda de outros profissionais, como, por exemplo: médicos oftalmologistas (que vão avaliar o acometimento dos olhos pelo diabetes), nutricionistas (que vão orientar a maneira correta do diabético alimentar-se), psicólogos e enfermeiras.
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Diabetes

O que é Diabetes?



O diabetes mellitus (ou "diabetes melito") ocorre quando o pâncreas, uma glândula localizada atrás do estômago, não produz a quantidade suficiente de um hormônio chamado insulina. A parte específica do pâncreas que produz insulina é chamada de Ilhotas de Langerhans. A insulina é um hormônio extremamente importante porque ajuda a regular o metabolismo, ou seja, o processo de queima ou armazenamento dos nutrientes provenientes da alimentação. A marca registrada do diabetes é o aumento dos níveis de açúcar (glicose) no sangue, um fenômeno conhecido como hiperglicemia.

"açúcar" = glicose


"açúcar no sangue" = glicemia

Como funciona o metabolismo normal?
Os processos do metabolismo variam de acordo com o horário do dia e a presença das refeições. Segue abaixo um resumo dos acontecimentos inerentes a um metabolismo normal.

1) Durante e logo após uma refeição, os intestinos digerem os alimentos e quebram os nutrientes até sobrarem apenas os seus componentes mais básicos. Assim, os carboidratos são quebrados em glicose, as proteínas em aminoácidos e as gorduras em ácidos graxos. A glicose é a fonte primária de energia do organismo.

2) Após a refeição, a glicose, os aminoácidos e os ácidos graxos são absorvidos, ou seja, passam do interior dos intestinos para a circulação sangüínea. Com isso, os níveis de glicose no sangue aumentam um pouco, logo após a refeição.

3) Qualquer pequeno aumento no nível de glicose no sangue serve como um sinal, que faz com que o pâncreas produza e jogue no sangue uma quantidade maior deinsulina. Cerca de 10 minutos após a refeição, o nível de insulina no sangue atinge seu máximo, em resposta ao aumento da glicose.

4) A insulina age no fígado, nos músculos e no tecido adiposo (que compõem os chamados tecidos-alvo da insulina), estimulando a captação de glicose e outros nutrientes por esses tecidos. Assim, a glicose circulante no sangue passa para o interior das células, onde vai ser utilizada (“queimada”) para produção de energia ou armazenada para o uso futuro (na forma de gordura).  Nesses tecidos, a glicose não consegue entrar nas células se não houver insulina presente (e é por isso que a glicose aumenta no sangue dos indivíduos diabéticos).

5) Quando os níveis de insulina estão altos, o fígado também armazena glicose na forma de glicogênio. Com isso, os níveis de glicose no sangue vão diminuindo gradativamente, e a liberação de insulina pelo pâncreas volta a diminuir também.
6) Cerca de 2 a 4 horas após a refeição, os níveis de glicose e insulina já estão baixos novamente. Se o jejum durar mais que algumas horas, a insulina pode cair mais um pouco, o que faz com que o fígado libere pequenas quantidades de glicose para o sangue, a partir da quebra do glicogênio. Isso evita que a glicemia (nível de glicose no sangue) caia até valores perigosamente baixos. Com isso, o valor da glicemia varia relativamente pouco em pessoas normais. Esse controle estreito da glicemia é muito importante, já que a glicose é praticamente a única fonte de energia utilizada pelo cérebro, e portanto é necessário um fornecimento contínuo de glicose para garantir o funcionamento adequado do sistema nervoso central.

Como é o metabolismo de um paciente diabético?
Acompanhe o que acontece com o organismo de um paciente diabético:

1) O pâncreas é incapaz de liberar quantidades suficientes de insulina para controlar o metabolismo. Inicialmente, a insulina falta apenas quando é necessária em grandes quantidades, como logo após uma refeição. Depois de um tempo, entretanto, a insulina pode faltar mesmo nos períodos de jejum, quando os tecidos estiverem quebrando os alimentos para produzir energia.

2) Sem insulina suficiente para empurrar a glicose para dentro das células, a glicose passa a se acumular no sangue. Ocorre então o aumento da glicemia, ouhiperglicemia.

3) A glicose em excesso no sangue passa através dos rins para a urina, antes que o organismo do diabético consiga utilizar essa glicose para produzir energia. Com isso, o paciente diabético pode começar a urinar demais e ter muita sede. Esses podem ser os primeiros sintomas da doença. O paciente também começa a emagrecer, pois não consegue utilizar a energia dos alimentos, que é perdida através da urina.

4) Com o passar do tempo, o organismo reage ao desequilíbrio da glicemia e podem surgir importantes complicações. Essas complicações podem ser prevenidas se o diagnóstico for feito cedo e o tratamento for iniciado o quanto antes, com o objetivo de manter a glicemia normal ou muito próxima dos valores normais.

Quais são os tipos de diabetes?
Existem 2 tipos principais de diabetes.

a) Diabetes Mellitus Tipo 1 – é a forma mais severa. Costumava ser chamada de Diabetes Mellitus Insulino-Dependente (DMID), ou Diabetes Juvenil. É mais comum em indivíduos jovens (crianças e adolescentes), mas pode atingir pessoas de qualquer idade. Não costuma ter relação com o peso corporal, por isso boa parte dos pacientes afetados tem peso corporal normal. Acontece devido à destruição das ilhotas de Langerhans por algum motivo, levando à ausência completa ou quase completa de produção de insulina. As pessoas com diabetes tipo 1 (DM 1) precisam tomar injeções de insulina diariamente para controlar essa condição. Os sintomas do DM 1 podem surgir muito subitamente.

b) Diabetes Mellitus Tipo 2 – é a forma mais comum da doença, responsável por 90 a 95% dos casos de diabetes. Neste tipo de diabetes, antigamente chamado de Diabetes Mellitus Não-Insulino-Dependente (DMNID), o que acontece é que a pessoa torna-se resistente à ação da insulina. Ou seja: o pâncreas produz insulina em quantidades normais no início da doença, mas essa insulina não consegue exercer seu efeito como deveria, o que faz com que o pâncreas acabe produzindo mais e mais insulina na tentativa de compensar esse defeito. Com o passar dos anos, o pâncreas acaba se “cansando”, e deixa de ser capaz de compensar a resistência à insulina – é nesse momento que surge a hiperglicemia, e é feito então o diagnóstico de Diabetes Tipo 2 (DM 2). O DM 2 está intimamente relacionado ao excesso de peso, a hábitos alimentares inadequados e ao sedentarismo, fatores esses que aumentam a resistência à insulina. Como mais e mais pessoas estão se tornando obesas, o número de indivíduos com DM 2 também está aumentando de forma assustadora (inclusive em crianças e adolescentes). Freqüentemente, o DM 2 pode ser controlado com um estilo de vida saudável, mas muitos necessitam de medicações para controlar sua glicemia, e cerca de 30%precisam usar insulina em algum momento, principalmente aqueles pacientes com muitos anos de diabetes.

Existem outras formas de diabetes?
Existem outras formas, menos comuns, de diabetes. Podemos citar:

a) Diabetes Gestacional – consiste de qualquer anormalidade do metabolismo da glicose, de qualquer magnitude, que é diagnosticada pela primeira vez durante a gravidez, podendo ou não persistir após o parto. Mulheres que apresentam diabetes gestacional possuem um risco aumentado para o desenvolvimento de diabetes no futuro.

b) Tipos Específicos de Diabetes – aqueles que possuem uma causa estabelecida, como, por exemplo: MODY – um diabetes hereditário, devido a defeitos genéticos específicos. Também existem alguns casos de diabetes associados a outras doenças (como na pancreatite crônica) e associados ao uso de algumas medicações (exemplo: corticóides).
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Bloquear celular roubado ou perdido

Olá a todos. Este é um post interessante para aqueles que tiveram seu celular roubado ou perdido.

Este texto foi retirado do seguinte site:

http://www.redecol.com.br/2009/05/recentemente-tive-meu-nokia-n73-furtado.html
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Recentemente tive meu Nokia N73 furtado dentro de um ônibus, a primeira reação é ligar imediatamente para o número na esperança que o ladrão atenda e devolva o objeto levado. Claro que é em vão, chamou, chamou e chamou, depois só dava a mensagem de telefone desligado ou fora de área….

A essa altura o ladrão já tirou meu chip (Cartão SIM), do telefone e trocou pelo dele e saiu ligando a vontade, sem problema nenhum. Porém, pesquisando na Internet, se existia algum modo de bloquear além do chip, também o telefone, para minha felicidade existe sim. Já que provavelmente nunca mais terei meu celular de volta, mas quem o roubou também não poderá usá-lo.

O procedimento para bloquear e inutilizar definitivamente um aparelho perdido ou furtado é bem simples, pelo menos no meu caso, meu celular era desbloqueado, porém ele estava com um chip da OI, então liguei na central de atendimento OI de posse do número de identificação do celular ou IMEI que vem na caixa do aparelho ou na parte de traz do compartimento onde fica a bateria, é um número de 15 dígitos que geralmente começa com 3, exemplo de IMEI (354797022505091) e pedi o bloqueio, o atendente me informou que no máximo em 4 horas o bloqueio é efetivado, disse ainda que, esse bloqueio é válido para qualquer operadora, ou seja, mesmo eu ligando na OI para bloquear o aparelho, todas as outras operadoras recebem o alerta de bloqueio. Por vias da dúvida, liguei na Claro e solicitei o bloqueio, na TIM a atendente me disse que só bloqueiam aparelhos comprados em suas lojas, brincacadeira né.., na VIVO a atendente me disse que não era preciso bloquear novamente, pois, o aparelho já estava bloqueado e inutilizado. Se você ainda tem seu aparelho e já jogou a caixa dele no lixo, para obter o número de série (IMEI) do seu telefone celular (GSM), basta digitar *#06# (asteristico, jogo da velha, zero, seis e jogo da velha), aparecerá no visor um código de 15 algarismos como dito anteriormente. Este código é único. Copie esse código e guarde bem.

Veja como funciona esse Bloqueio:

* A pessoa é furtada;

* Ela se dirige até a loja mais próxima da sua operadora ou entra em contato com o atendimento da mesma;

*A operadora envia para suas antenas a informação de bloqueio do celular, essa informação chega até o aparelho, o mesmo se autobloqueia, geralmente aparece a seguinte informação no visor do telefone: bloqueado pela operadora (pode variar de operado para operadora);

* Se a pessoa que perdeu o celular, caso ache o mesmo, pode se dirigir a uma loja ou central de atendimento da operadora e solicitar o desbloqueio para voltar a utilizar o aparelho;


Se roubarem seu celular, telefone imediatamente para sua operadora e informe este código (IMEI). O seu telefone poderá então ser completamente bloqueado, mesmo que o ladrão mude o chip.

Se todos tomarem essa iniciativa de bloquear além do chip (Cartão SIM), também o aparelho, o roubo de celulares com certeza diminuirá, infelizmente as operadoras de celular não divulgam isso, já que elas não estão perdendo nada, uma vez que quem tem o celular roubado vai lá e compra outro, o ladrão que roubou aproveita o telefone que acabou de “adquirir” e liga a vontade, resumindo, quem sempre perde é a pessoa que teve o aparelho furtado.
 
Pelo menos teremos uma pequena sensação de justiça feita, quando o ladrão se depara com o telefone inutilizado.
 
Clique aqui e veja exemplos de programas que permite em certos casos a recuperação de celulares perdidos ou roubados.
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Vale a pena dar uma lida para saber o que fazer caso vc perdeu ou teve seu celular roubado. Se não aconteceu com vc, passe essa notícia adiante. =]

É isso gente, até mais. =)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Híbridos de ETs e humanos vivem entre nós?

Eis um artigo interessante que achei e resolvi postar aqui:
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Que o mundo está cheio de gente estranha, disso a gente está cansado de saber. Gente feia demais, bonita demais. Inteligente demais, inocente demais. Pois é. Mas o que, para a maioria das pessoas, poderiam ser considerados simples traços físicos ou de personalidade, para os conspirólogos de plantão podem ser pistas que nos levam a seres híbridos. Em outras palavras, seres resultantes de cruzamentos de ETs com humanos.
Segundo explica a ufologia, os híbridos são criaturas que vivem entre nós já faz um tempão. E se você pensou que esses mutantes são verdinhos e chifrudos, esqueça, caro leitor. Fisicamente, eles seriam iguaizinhos a nós, reles mortais. Só que com poderes especiais, como telepatia e leitura de mentes, por exemplo. Portanto, identificar um híbrido é tarefa para especialistas no assunto.
O escritor inglês David Icke, por exemplo, se diz bom nisso. Ele afirma com todas as letras que os ETs da raça reptiliana – répteis bípedes, com asas nas costas e rabos de lagarto – estão entre nós há mais de 10 000 anos transando adoidado com terráqueas. Seus filhos, netos, bisnetos e por aí vai seriam aqueles que controlam o destino do planeta: bancos, indústrias, mídia e governos. Quer ver exemplos de reptilianos capazes de mudar de forma? A rainha Elizabeth II, da Inglaterra, e o presidente americano George W. Bush. Alguns seguidores da teoria de Icke garantem que a morte da princesa Diana teria sido um ritual de sacrifício aos lagartões espaciais.
Mas o que os ETs ganham enchendo a Terra de filhotes? A principal explicação dos ufólogos é preparar o terreno para a dominação total alienígena. A tese é defendida por David M. Jacobs, professor de História na Filadélfia (EUA) e autor do livro A Ameaça - Relatório Secreto: Objetivos e Planos dos Alienígenas. “O propósito alien é essencialmente gerar híbridos, por meio da mistura dos materiais genéticos deles com os dos humanos. Depois, eles integram estes seres na nossa sociedade até que restem apenas híbridos, sob completo domínio e controle dos próprios aliens”, explica Jacobs. “Estes híbridos podem apresentar emoções humanas, mas a lealdade deles pertence a seus criadores.” Segundo Jacobs, o cruzamento se dá por inseminação artificial e não por relações sexuais propriamente ditas. Homens ou mulheres escolhidos seriam abduzidos, levados à nave e, lá, teriam seus óvulos ou espermatozóides retirados para inseminação. Normalmente, quem gesta o bebê é uma humana, que dá à luz na nave.
Para Jacobs, o objetivo máximo dos aliens é a integração na sociedade humana. Para chegar lá, existiriam quatro programas: Programa de Abdução, que envolve indivíduos humanos selecionados para serem abduzidos de todas as partes do mundo; Programa de Procriação, que é o processo em que os aliens coletam óvulos e esperma humanos, alteram geneticamente o embrião fertilizado, incubam os fetos em hospedeiras humanas e fazem com que humanos interajam física e mentalmente com a prole para um apropriado desenvolvimento do híbrido; Programa de Hibridização, em que os aliens aperfeiçoam os híbridos para torná-los cada vez mais humanos, porém, com poderes extraterrestres; Programa de Integração, para quando, finalmente, os aliens assumirem o controle da nossa sociedade.
CASO SHANE
Na noite de 2 de maio de 1968, a jovem Shane Kurz, de Westmoreland, Nova York (EUA) teria visto um objeto cilíndrico no céu, caindo em sono profundo meia hora depois. Na manhã seguinte, Shane estava deitada na cama e a porta da frente da casa estava aberta. O chão tinha marcas de pegadas de lama e seus chinelos também estavam sujos. “Dois dias depois”, contou Shane, “percebi duas marcas avermelhadas no meu abdômen e uma linha no meu umbigo”. Em 1975, sob hipnose, ela se lembrou de alguns fatos. Recordou ter ouvido uma voz e ter visto uma luz no seu quarto. Depois, andou para um local lamacento próximo à sua casa. Lá, um feixe de luz quente a teria levado para o interior de um Ovni. Dentro dele, entrou numa sala parecida com um consultório médico. Um ser de olhos negros e sem nariz teria lhe dito: “Você é especial”, ordenando que ela tirasse a blusa e deitasse numa mesa. Esse ser, que Shane pensa ser o médico, teria lhe dito que ela era uma boa reprodutora. O tal médico levou a moça até uma outra sala onde uma agulha teria sido inserida no seu umbigo. Um humanóide consumou o ato sexual, dizendo que ela seria a mãe de um filho seu e logo não se lembraria de nada.
SEXO NO BRASIL
Um caso narrado para o site Ufogenesis foi o do brasileiro Joselino de Mattos. Na noite de 13 de abril de 1979, ele teria sido levado à bordo do objeto e ficado numa “sala de hospital”, onde vários humanóides teriam recolhido amostras de seu sêmen. Depois, Joselino teria mantido relações com uma mulher, que soltou a seguinte frase após o sexo: “Talvez uma semente sobreviva.”
Outro reprodutor humano e brasileiro foi o agricultor Antonio Villas-Boas, abduzido em outubro de 1957. Ele contou que foi levado para uma nave, onde ETs tiraram sua roupa, passaram óleo em seu corpo e o levaram para um quarto. Alguns minutos depois, uma mulher nua, de cabelos loiros, com olhos finos entrou no quarto. Sem dizer uma palavra, ela e Villas-Boas teriam mantido relações sexuais – sem se beijar na boca, bem entendido. Após a segunda vez, a mulher teria coletado o sêmen dele, colocando-o num potinho. Ao partir, ela apontou para a sua própria barriga e depois para o céu, como se quisesse dizer que o seu filho nasceria em um outro planeta.
Quando se trata de reprodução sem contato sexual, normalmente, os abduzidos narram a seguinte história: são levados contra a vontade para um cômodo da nave, onde são obrigados a tirar a roupa. Numa outra sala, são submetidos a vários exames por apalpação e instrumentais. Os homens são excitados sexualmente e têm o sêmen retirado na hora da ejaculação; já as mulheres têm um óvulo retirado por um instrumento que atravessa o umbigo. Em certos casos, um feto é implantado. Dias depois, estas mulheres, surpreendentemente constatam que estão grávidas – só que em breve elas são novamente levadas para um Ovni, onde o feto é extraído e criado em condições especiais.
Segundo David Jacobs, os alienígenas vêm advertindo com veemência aos acontecimentos catastróficos que a Terra viverá no dia em que eles forem maioria por aqui. Mas onde será que eles estão? Há quem jure que os híbridos têm inúmeros disfarces. Um dos mais corriqueiros seria o de técnico de computadores. Aqueles gentis rapazes que consertam as máquinas das empresas, sabe? Cuidado com eles, incauto leitor...

Eu acredito!

"Tudo começou quando minha tia me indicou um certo ET para me curar daquilo que chamamos de ‘olho gordo’. De costas para a entrada, ele me recebeu como se já soubesse o que eu queria. Pediu para que eu me sentasse numa cadeira, colocou a mão direita em minha cabeça e proferiu algumas palavras. Disse que eu tentasse me livrar de todos os pensamentos. Ao final, escreveu uma frase num guardanapo, me explicou que era um mantra e pediu para que eu dissesse a frase todas as manhãs. Mais de dez anos depois, fui convidado a relatar esta experiência. Um amigo me confirmou a existência de seres não humanos entre nós. Eles se apropriam de corpos para realizar suas missões por aqui."
Marco Bonito é professor, especialista em comunicação digital e dá aulas de jornalismo on line.
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Pois é, será que eles realmente estão entre nós? Não duvido, pq uma coisa é certa: nós NÃO estamos sozinhos no universo.